quarta-feira, 28 de março de 2012

Harriet Tubman , líder negra que lutou pela liberdade de seu povo


No mês dedicado as mulheres, gostaria de falar sobre uma personagem da história americana, cujos feitos foram extraordinários na vida de tantas outras pessoas no país do tio Sam. Refiro-me a Harriet Tubman, uma afro-americana que vivia em regime de escravidão no sul dos Estados Unidos. Nasceu em 1822 em Maryland. Aos 12 anos foi brutalmente agredida por um capaz que lhe deixou como seqüela a narcolepsia, ela sofria de súbitos e incontroláveis de sonolência durante o dia. Aos 25, casou-se com um negro liberto, no entanto, isso não lhe garantiu a liberdade. Ao saber que seria vendida, fugiu do cativeiro e foi para o norte, em 1849, onde seria livre. Retornou e arriscou sua vida para resgatar os pais e irmãos, os quais levou para o Canadá. E não parou por aí, pois voltou diversas vezes para salvar o seu povo da escravidão. Ela realizou 19 incursões perigosas para Maryland, nas quais resgatou 300 escravos para a liberdade, através de túneis subterrâneos de estrada de ferro num trabalho conhecido como underground railroad (linha subterrânea). Durante o dia os fugitivos ficavam em várias casas e lugares ajudados por brancos abolicionistas americanos. Assim Trubman ficou conhecida como “Moises de seu Povo”

                                              

Durante a guerra civil americana, Trubman foi cozinheira e enfermeira, depois espiã do exercito do norte. A Guerra de Secessão foi um conflito armado nos Estados Unidos entre os estados do norte (industrializados) contra estados do sul (latifundiários e defendia a escravidão) entre os anos de 1861 e 1865.

A  idéia de liberdade de  Harriet Tubman era ampla, ela foi sufragista, lutando pelo direito do voto feminino. A sua casa, em Auburn, Nova York, serviu de abrigo para indigentes e idosos negros, onde morreu em 1913. 



Fonte: www.nyhistory.com

www.biography.com/people/harriet-tubman-9511430

Plenitude Março 2006 por Laís Victor 
Imagem: www.biography.com/imported/images/Biography/I...

www.math.buffalo.edu/.../tubmandrivingtrain.jpg


segunda-feira, 26 de março de 2012

A Batalha do Jenipapo


Após a proclamação da Independência, houve lutas em algumas regiões do país para que fosse aceita a autoridade de D. Pedro I.  Não havia um exército brasileiro bem organizado para derrotar as tropas dos portugueses, assim, a participação popular foi necessária e bem ativa. Em uma dessas regiões, no Piauí, ocorreu em 1823 , à batalha entre os brasileiros, defensores da independência, e as tropas portuguesas contrárias a proclamação da Independência e não reconhecia à autoridade de D. Pedro I.
Sob o comando do major português João da Cunha Fidié, as tropas portuguesas reprimiram violentamente o povo, as margens do rio Jenipapo, fuzilaram os revoltosos e prenderam tantos outros. Esse episódio ficou conhecido como a Batalha do Jenipapo. A onda revolucionária se espalhou por toda a província, inclusive no Ceará e Maranhão. Pessoas armadas atacavam os portugueses e manifestações de apoio a D. Pedro I são intensas, condenando qualquer pessoa que fossem contra a independência. No mesmo ano, Fidié é derrotado na Vila de Caxias no Maranhão e volta para Portugal a mando do imperador do Brasil.


Fonte: Laurentino Gomes – 1822
História do Brasil – Maria Januária Vilela Santos

quarta-feira, 21 de março de 2012

Fundação da Cidade de Salvador


                                                   
                     Em 29 de março de 1549, desembarca na Bahia, na enseada do Porto da Barra, o primeiro governador geral do Brasil, Tomé de Sousa, que iniciou a construção de Salvador. Com Tomé de Sousa Vieram muitos jesuítas chefiados por Manoel de Nóbrega, degredados e exilados, muitos homens de ofício como carpinteiros, marceneiros, pintores e tantos outros.  A primeira capital do Brasil foi planejada para ser a sede administrativa da colônia e principalmente, uma cidade fortaleza, construída com muros e baluartes para se proteger das invasões estrangeiras e piratarias. Acontece que em 1624, Salvador foi invadida pelas tropas holandesas que tomaram a cidade, mas capitularam no ano seguinte, em 1627 novos ataques dos holandeses, e em 1638 o conde Maurício de Nassau atacou a cidade de Salvador, mas acabou sendo derrotado próximo do forte de Santo Antonio Além do Carmo.  O Forte da Barra, hoje Forte e Farol da Barra, é o forte mais antigo de Salvador que resistiu a invasão holandesa. A cidade murada contava com duas portas: a do sul, porta de Santa Luzia, próximo hoje o Palácio dos Esportes; e a do norte, porta de Santa Catarina, que fica próximo a ladeira da Misericórdia. Com o crescimento da população os limites dessas muralhas foram rompidos. Esse crescimento populacional desenvolveu a cidade até meados do século XVIII. A sua prosperidade econômica advinha das plantações de cana de açúcar. Havia plantações de cana e engenho de açúcar em Brotas, Graça e Rio Vermelho.  A expansão da lavoura canavieira no recôncavo também se refletiu no desenvolvimento econômico da capital. Surgiram diversos engenhos de açúcar, plantações de cana e mandioca. A força de trabalho era escrava, iniciada com os índios, depois é que chegaram os negros. Nesse período foram construídos solares, conventos, como o de São Bento e o Desterro. A primeira igreja que Tomé de Sousa fundou foi a Igreja da Nossa Senhora da Conceição. A segunda foi a Sé- Pelourinho, onde se encontra hoje a cruz caída feita por Mário Cravo Júnior. A igreja de Nossa Senhora das Graças foi fundada em 1530, onde o padre jesuíta Manoel de Nóbrega celebrou a primeira missa. Em 763, a sede do Vice Reinado foi transferida para o Rio de Janeiro, mas Salvador continuou sendo importante para a economia, as mercadoria saiam e chegavam do Porto de Salvador para a metrópole portuguesa, era considerado o Porto do Brasil no período colonial. Luis dos Santos Vilhena, cronista baiano do século XVIII, deu o termo Soteropolitano que significa: Cidadão da Cidade de Salvador. 

Fonte: Lembranças do Brasil- as capitanias brasileiras nos cartões postais e álbuns de lembranças – João Emílio Gerodetti Carlos Cornejo
Historia da Bahia –Luis Henrique Tavares
Imagem: www.acasadopeu.combr.net/fotos/PORTOBARRA1860.GI

terça-feira, 20 de março de 2012

Imagens antigas de Salvador



 Carlos Gomes em 1860 
                                       Cais do Porto
                                                          
                                              Dique do Tororó em 1923.
                                    

                                                                                    
                                                                  Porto da Barra em 1955

                                            

                                                          Praça do Bomfim em 1930 
                                      
                                                              

                                                                  Vitória em 1935
 

                                                        Primeiro mercado modelo.
           
FONTE: IMAGENS:
Primeiro mercado modelo -www.acasadopeu.combr.net/fotos/FOTAMERCADOMOD..
Dique do Tororó em 1923. - www.acasadopeu.combr.net/.../DIQUETORORO1923.GIF
Vitória em 1935 – – www.acasadopeu.combr.net/fotos/vitoria1930.gif
Cais do Porto – www.acasadopeu.combr.net/fotos/caisporto1860.gif


sábado, 17 de março de 2012

Características dos deuses

Zeus - Senhor dos deuses e dos homens que ocupa o trono em seu palácio sobre o monte Olimpo. Sua arma era o raio que disparava das suas mãos. Permanece como a figura de um juiz, cuida da paz e da ordem, é conhecido por seus ataques de fúria e sede de vingança. Seus pais são os titâs Crono e Reia. Estes são filhos da deusa Gaia que representava a Terra, e de Urano, deus do céu estrelado. Os seus irmãos são Poseidon, Hera, Deméter, Hades e Héstria. Sua esposa era Hera.
- Hera - Como esposa de Zeus era a mulher mais poderosa do Olimpo. Protegia o casamento, as mulheres casadas, as crianças e os lares. Mãe de Ares, Hefesto, Eileitia e Hebe. Ela tinha os seus acessos de fúria devido às infidelidades  do marido.
        - Poseidon – deus dos mares, sua arma é um tridente que usa contra seus inimigos, ou enfurecer o mar. É conhecido como responsável pelas catástrofes naturais como tempestades, terremotos e erupções vulcânicas. Era casado com Afritite e o filho de ambos chamava-se Tritão.
          – Deméter – deusa da fertilidade. É atribuída a ela à responsabilidade pela agricultura, nessa época, as atividades agrícolas eram muito importantes, caso uma colheita fosse boa trazia fartura, ao contrario, a fome abatia a todos. Sua filha Perséfone, de um rápido relacionamento com Zeus, é raptada por Hades, deus do mundo subterrâneo. Deméter fica transtornada procurando sua filha amada. Em sua busca desesperada deixa de se ocupar com as atividades agrícolas e as pessoas começam a passar fome. Ao descobrir o paradeiro de Perséfone, exige que Zeus traga a filha de volta. Ele estabelece um acordo em que Perséfone deve viver metade do ano no mundo subterrâneo e a outra metade no Olimpo. De acordo com o mito homérico, essa alternância configura a simbologia da vida e da morte.
           - Afrodite – deusa do amor e da beleza.Sua beleza fascinava todos os homens, inclusive os deuses do Olimpo. Relacionou-se com Ares, deus da guerra. e teve vários filhos com ele. Entre eles, Eros, deus do amor, que enfeitiça os homens e os deuses com suas setas mágicas, também são filhos de Afrodite, o Medo e o Terror.
          - Àrtemis – deusa da caça, irmã gêmea de Apolo e é filha de Zeus. Padroeira dos animais e da natureza, suas armas são o arco e a flecha.
        – Apolo – deus dos oráculos, irmão de Àrtemis e filho de Zeus. A sua beleza é comparado ao deus do sol, Hélios. Fundou Delfos o oráculo que dava à Grécia conselhos e profecias 
          - Atenas –  deusa da sabedoria, e da cidade de Atenas, seu templo é o Partenon, na acrópole de Atenas. Nunca se casou. Achava a Medusa tão linda que transformou seus cabelos em serpentes.                                         
         – Hefesto – deus do fogo e da arte. Filho de Zeus e Hera, era casado com Afrodite e a filha de ambos chama-se Harmonia. Diz à lenda que ele pegou Ares, deus da guerra, com Afrodite juntos num encontro de amor.
         - Ares – deus da guerra. Também é filho de Zeus e Hera e detestado pelos pais devido a seu caráter negativo e turbulento, é estimado pelo deus Hades, deus do mundo subterrâneo, por causa das guerras que aumentavam a população do inferno.  Não é amado pelas pessoas e pouco cultuado, possuindo menos templos do que os outros deuses.
        - Dionisio – deus do vinho, da embriaguez e da alegria, segundo o mito é filho de Perséfone, filha de Deméter. Era casado com Ariadne. Na antiguidade era festejado como deus dos teatros.
       - Hades - deus dos mortos. Filho de Cronos e Réia domina o mundo subterrâneo, juntamente com sua esposa Perséfone. Também não e amado pelas pessoas, compreensivelmente porque todos sabem que ninguém volta do reino dos mortos.

Fonte: Mitologia Grega da Antiguidade- Quero Saber – Editora Escala
Revista Grécia- Terra dos Deuses N° 1 – Editora Escala
Imagem: 2.bp.blogspot.com/.../s1600/5_ZeusDeusGrego.jpg


sexta-feira, 16 de março de 2012

Mitologia Grega


As populações gregas da antiguidade procuravam encontrar explicações para os fenômenos da natureza e para os assuntos do cotidiano. Então passaram a recorrer a mitos e histórias que os levassem a compreensão deste. Surgem os mitos homéricos criada pelo escritor Homero, ele sintetiza em suas epopéias o mundo dos deuses gregos. É atribuída a ele a Ilíada que narra à guerra de Troia e a Odisséia que narra às aventuras do grego Ulisses.
 A religião grega era politeísta (Crença em vários deuses) e antropomórfica (são aspectos ou qualidades humanas que são atribuídas a deuses, animais ou fenômenos da natureza). Os gregos acreditavam que os deuses e os espíritos atuavam em toda parte e que influenciavam suas vidas, como exemplo, uma boa ou má colheita.
Os gregos antigos acreditavam que os deuses eram mais fortes que os homens, que conheciam o futuro e podiam tranporta-se de um lugar para o outro. E que possuíam beleza, a imortalidade, domínio sobre as pessoas e que se relacionavam com os mortais, e tinham filhos com eles, os chamados semideuses.
Esses deuses viviam no monte Olimpo, na Tessália, lugar, onde um mortal não podia entrar. De acordo com o mito, o Olimpo era vigiando pelas deusas das estações nas imensas nuvens. Os principais deuses que viviam no Olimpo são:
Zeus, Hera, Poseidon, Deméter, Afrodite, Àrtemis, Apolo, Atenas, Hefesto, Ares, Dionísio e Hades


Fonte:Mitologia Grega da Antiguidade- Quero Saber – Editora Escala
Revista Grécia- Terra dos Deuses N° 1 – Editora Escala
Imagem: 2.bp.blogspot.com/.../s1600/deuses_gregos.jpg

Filme sugerido:
Percy Jackson: o ladrão de raios

quinta-feira, 15 de março de 2012

Professor, um transformador

O interessante de ser professor é que ele está em uma eterna busca pelo melhor de alguém. Não somente em termos intelectuais, mas no bem social. Há quem duvide que educação  transforma. E posso dizer que sim. 
           Começando pela transformação interior, no qual, o homem passa a pensar por ele mesmo, rejeitando todas as formas de dominação. Essa mudança ocorre apartir do momento que ele começa a formular questionamentos da sua realidade, do seu meio, ou seja, construindo o seu pensar critico.
           Apartir daí, o homem começa a procurar respostas para as suas inquietações e a encarar o melhor para o seu futuro. Assim, ele está preparado para novas etapas de sua vida.  Logo ele vai à busca da sua transformação exterior, da qual, ele pode mudar a sua realidade, dependendo das suas oportunidades.
          Toda essa conjuntura oportuniza a função do professor que utiliza sua práxis para desenvolver as competências e habilidades dos seus alunos, para que eles concretizem as suas transformações.
          O professor é um profissional das mudanças; da educação para a cidadania, pois lhe confere a responsabilidade na formação de cidadãos. No fomento de uma sociedade melhor.
  Sou professora e amo o que faço!
Ana Reis.